#17 Especial Super Mundial de Clubes: River Plate tenta honrar a Argentina

O River Plate é o melhor representante da Argentina no momento, comparando com o rival Boca Juniors. Se classificou como líder do ranking da Conmebol por ótimas participações nas Libertadores de 2020 a 2024. O clube já participou da antiga Intercontinental e do Mundial da FIFA. Conseguiu título e vexame. Conheça um pouco dos Millonarios, um dos mais tradicionais clubes do mundo. 



DADOS DO CLUBE

O River Plate foi fundado em 25 de maio de 1901 e tem 123 anos. A equipe é de Buenos Aires e joga no Monumental de Nuñez, que tem capacidade para 85 mil pessoas. Com uma reforma recente, o estádio se tornou o maior da América do Sul. O clube possui cerca de 15 milhões de torcedores. 

Torcida do River Plate (Reprodução / Getty Images)

TÍTULOS

Os principais títulos do River Plate são: 3 Supercopas da Argentina, 3 Copas da Argentina, 38 Campeonatos Argentinos, 3 Recopas Sul-Americanas, 1 Copa Sul-Americana, 4 Libertadores e 1 Copa Intercontinental.


O maior título do clube até o momento foi em 1986 (Reprodução / Internet)

CAMPANHAS EM MUNDIAIS

A primeira participação foi em 1986, em Tóquio. O time conquistou seu primeiro título de Libertadores e encarou o Steaua Bucuresti, da Romênia, campeão da Europa. O River venceu por 1 a 0 e conseguiu seu único título nesse nível até agora. O gol saiu em jogada esperta dos argentinos. Falta na intermediária e a cobrança foi rápida. Passe para a área e Antonio Alzamendi bateu de primeira. A bola bateu na trave, no corpo do goleiro e Alzamendi tocou de cabeça para o gol aos 28 minutos.

Momento do gol contra o Steaua em 1986 (Reprodução / Internet)

A segunda vez foi em 1996. Comandado pelo técnico Ramón Díaz, ex-Vasco e Corinthians, o River Plate encarou a Juventus de Zidane e Del Piero. Derrota por 1 a 0. Jogo muito disputado, com os dois times criando grandes chances de marcar. O River Plate quase abriu o placar com um chute sem ângulo no travessão. Poucos minutos depois, a Juventus abriu o placar. Escanteio cobrado na primeira trave e desvio de cabeça para o meio. Del Piero pegou a bola na pequena área e bateu no alto aos 81 minutos. Gol do título italiano. 

Momento do gol de Del Piero em 1996 (Reprodução / Internet)


Em uma história mais recente, como competição da FIFA, o River Plate competiu em 2015. O primeiro jogo contra o campeão japonês Sanfrecce Hiroshima. Vitória por 1 a 0 com gol de Lucas Alario e passagem para a final contra o Barcelona do técnico Luís Enrique e do trio MSN. A final foi a única partida de Messi e Neymar naquela competição. Apenas Suárez jogou a semifinal. Atropelo do Barcelona e derrota de 3 a 0. Messi marcou o primeiro no 1º tempo. Suárez marcou outros dois no 2º tempo. No fim da partida, o River ensaiou uma pressão e obrigou o goleiro chileno Bravo a fazer boas defesas. Um dos chutes desviado por ele, a bola tocou a trave. 

Messi fugindo da marcação na final de 2015 (Reprodução / JIJI PRESS/AFP)


A última participação foi em 2018. A equipe estava muito bem. Tinha ganhado há pouco tempo do Boca Juniors pela Libertadores. O Mundial foi em Abu Dhabi e o rival da semifinal foi o campeão do país-sede. O Al Ain já era um time famoso na Ásia e venceu o River Plate nos pênaltis após empate por 2 a 2. Gonzalo Martínez ainda perdeu um pênalti na prorrogação. A disputa do 3º lugar foi contra o Kashima Antlers, do Japão. Bronze conquistado com uma goleada por 4 a 0. Os gols foram de Zuculini, Gonzalo Martínez e Borré (2x), que chegou aos três na competição. O River Plate foi o primeiro e único time argentino eliminado antes da final do Mundial. 


Comemoração de Zuculini contra o Kashima Antlers (Reprodução / Reuters / Issei Kato)

O QUE ESPERAR NO SUPER MUNDIAL?

O River Plate tem condições de passar de fase, mas o time vai ter que vencer um jogo-chave. O Monterrey é o rival direto pela segunda vaga. A Inter de Milão deve ser a líder. Então, o jogo com os mexicanos será decisivo. O adversário mais fraco será o Urawa, do Japão. 

Grupo do River Plate (Reprodução / FIFA)

Foto de capa: Reprodução / Futcontinental

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